Depois que passamos a conhecer mais sobre vinhos, aprendemos a apreciar o prazer de perder algum tempo olhando os rótulos das garrafas para escolher algum para levar para casa.
Melhor ainda, é quando encontramos algum que a gente goste por um preço baixo.
Se você acha que sabe muito pouco sobre vinhos e não se sente preparado para escolher um, siga nossas dicas de hoje.
Basicamente, você vai descobrir qual vinho é bom e qual não é olhando atentamente o rótulo de cada um.
A primeira etapa é observar de qual região este vinho veio, ou seja, onde ele é produzido.
Isso vai dizer um pouco sobre o preço da bebida, já que é mais barato importar vinhos da América do Sul do que da Europa, por exemplo.
Isso significa que vinhos chilenos e argentinos, geralmente, são mais baratos do que os franceses e espanhóis.
Observe termos específicos e os selos de qualidade
No rótulo, além do país de origem, você também verá, dependendo do vinho, termos como Riserva, Reserva e Gran Reserva.
Isso significa que depois de prontas, essas bebidas passaram algum tempo amadurecendo em barris de carvalho ou na própria garrafa, literalmente, reservadas.
Normalmente, esses vinhos são mais caros e saborosos do que os não armazenados, já que as reservas em barris de carvalho são importantes para que o vinho adquira um aspecto amadeirado, tanto no sabor quanto no aroma, além de garantir maior durabilidade ao líquido e amenizar a acidez.
A afirmação de que quanto mais velho o vinho, melhor ele é, nem sempre é verdadeira.
Esta afirmação refere-se somente aos vinhos de guarda, aqueles que são elaborados já pensando em seu envelhecimento, para consumo nos próximos 10, 20, 30 anos e assim por diante.
Estima-se que somente 10% dos vinhos (ou menos) produzidos no mundo sejam vinhos de guarda.
De modo geral, a maioria dos vinhos brancos e rosés devem ser consumidos dentro de 2 ou 3 anos, enquanto a maioria dos tintos em até 5 anos.
Combine a uva e país de origem dele
Outra etapa para escolher vinhos bons é relacionar a uva utilizada para produzir a bebida com o país em que ela foi cultivada, pois há locais em que a fruta se desenvolve melhor e, consequentemente, origina vinhos mais saborosos.
A Malbec, por exemplo, é referência na Argentina, enquanto a Tempranillo se dá muito bem na Espanha.
É importante ressaltar que, por esse motivo, o preço de um vinho de uva Malbec produzido na Argentina pode ser mais caro do que um vinho de uva Malbec produzido em outros países, por exemplo.
Aqui, você terá que decidir se deseja melhor qualidade ou preço mais baixo.
Não tenha medo de experimentar
É claro, você não conseguirá saber qual vinho é bom para você sem experimentar alguns.
Por isso, no começo, é legal ir alternando as uvas e tipos de vinho que você for comprar, até achar um que você realmente goste e uma marca que te agrade.
Também é interessante pedir dicas para amigos e pessoas da família que entendam um pouco sobre o assunto.
Quanto aos selos de qualidade, eles são como uma espécie de certificação dada por instituições governamentais que garantem a autoridade do vinho. Veja lista com alguns deles.
AOC – Appellation d’Origine Contrôlée (França)
DO – Denominación de Origen (Espanha) e Denominação de Origem (Brasil)
DOC – Denominação de Origem Controlada (Portugal) e Denominazione di Origine Controllata (Itália)
DOCG – Denominazione di Origine Controllata e Garantita (Itália)
QBA – Qualitätswein Bestimmter Anbaugebiete (Alemanha)Confira a safra do vinho
Gostou das nossas dicas?
Que tal dar um pulinho na Adega do Alabarce, perfeita para você que quer conhecer o mundo do vinho através de rótulos nacionais e importados.